sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Coragem sempre!!!!

Achei este vídeo um convite para a superação dos nossos medos!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

As palavras são poderosas!!!


A neurolinguística é um método psicoterapêutico criado nos Estados Unidos que estuda a relação entre a linguagem e o funcionamento cerebral. Saber da importância das palavras nos alerta com relação ao seu uso. Por exemplo, se alguém vive repetindo que sua vida é um inferno, está reforçando cada vez mais a idéia do sofrimento em sua existência. As constantes repetições levam a crenças, as crenças levam aos hábitos; os hábitos levam à formação do caráter e também a realidade concreta. Desta forma, explica-se a importância de repetirmos palavras ou frases positivas. Fique atento ao que você fala! As palavras tem poder!

domingo, 30 de agosto de 2009

Escolhas

Tenho observado um grande número de pessoas que procuram orientação terapêutica em meu consultório por terem dificuldades em realizar escolhas.

Esta semana lendo o livro "As sete leis espirituais do sucesso" de Deepak Chopra encontrei uma dica que pode trazer iluminação para quem se encontra diante da necessidade de tomar uma decisão ou efetuar uma escolha.

"Toda vez que você fizer uma escolha, pergunte: "Quais serão as consequências desta escolha?" ou "Esta escolha trará satisfação e felicidade a mim e aos outros que serão afetados por ela?". Pedir, então, orientação ao coração e seguir a mensagem enviada por ele de conforto ou de desconforto. Se for de conforto, entregar-se totalmente a ela. Se for de desconforto, parar para ver as consequências daquele ato com sua visão interior. Essa orientação permitirá fazer escolhas corretas espontâneas tanto para você quanto para os que o circundam."

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A rosa


O poeta costumava passear - acompanhado de uma garota - em uma praça onde havia uma mendiga com a mão estendida. A mulher estava sempre sentada no mesmo lugar, sem olhar os transeuntes nem implorar-lhes esmolas, e tampouco demonstrava ficar agradecida quando recebia algum donativo. Embora sua amiga amiúde lhe desse uma moeda, Rilke nunca dava esmola à mulher. Certa vez, a jovem perguntou ao poeta o motivo pelo qual não lhe dava nada, ao que este respondeu:
- É o coração dela que precisa de um presente, não sua mão.
Alguns dias depois, Rilke depositou uma rosa na mão rachada da mendiga. Então aconteceu uma coisa inesperada: a mulher levantou o olhar e, depois de beijar efusivamente a mão do poeta, saiu do lugar brandindo a rosa. O lugar da mendiga permaneceu vazio durante toda uma semana e uma vez transcorrida voltou a ocupar seu espaço.
- Mas de que ela viveu todos estes dias, se não esteve pedindo na praça? - perguntou a garota.
E Rilke respondeu:
- Da rosa.
Retirado do livro " Amor em Minúscula" do autor Francesc Miralles, Editora Record

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Para ser feliz...



Para ser feliz, nada melhor do que trocar preocupações por ocupações.

sábado, 1 de agosto de 2009

Realizando mudanças

“Há dois ciclos que afetam nossa vida: influência e preocupação. O ciclo de influência é o ciclo interno dos nossos valores, visão, crenças, atitudes e pensamentos. É sobre aspectos que temos controle. O ciclo de preocupação é o ciclo externo que compreende as políticas do governo, as condições econômicas e a competição global. É sobre aspectos que estão além do nosso controle. Quando ficamos muito preocupados sobre o ciclo externo, isso pressiona o ciclo interno e afeta a efetividade da mudança. Mas quando expandimos nosso ciclo interno de influência, nos tornamos pró-ativos. Somos capazes de focar nas coisas que temos controle direto e que produzem a energia positiva que traz a mudança que queremos.”
BK Usha, Self Managing Leadership, Om Shanti Press, Abu Road, Índia

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Dica de livro

Terminei nesta semana, a leitura do romance "Amor em Minúscula" escrito pelo espanhol Francesc Miralles. O livro é uma delicada e doce história mostrando que um pequeno gesto de bondade pode desatar uma cadeia de acontecimentos que lhe devolvem um amor multiplicado. Adorei a leitura e recomendo!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

A deliciosa arte de não fazer nada


Um dia desses, véspera de um feriado prolongado, eu estava num congestionamento de uma avenida em São Paulo. Eu ouvia, pelo rádio, a notícia de que outras avenidas da cidade também estavam com trânsito lento bem como as estradas pois com certeza um grande número de pessoas iriam viajar. Fiquei imaginando que aquele feriado prolongado seria para muitas pessoas a oportunidade de dar uma pausa e ter um descanso. Uma pausa é necessária, indispensável, cobiçada pela maioria das pessoas que vivem na agitação de uma cidade grande. Mas será mesmo que aproveitamos os nossos momentos de lazer para realmente dar uma pausa e descansar? Será que essa pausa existe num mundo que funcionar 24 horas por dia parece não ser o bastante? Será que o nosso lazer é feito de descanso ou de ocupações? Um bom exemplo para essa reflexão é que muitas pessoas perguntam no seu dia de folga e de descanso: "o que vamos fazer hoje?" . Esta pergunta é sempre acompanhada de uma certa ansiedade e agitação uma vez que ficar sem fazer nada nos remete também a uma grande culpa... Mas por que nos sentirmos culpados de simplesmente dar uma pausa e de descansar? Além disso, para os valores da nossa sociedade quem não tem tempo é importante chegando a ser sinônimo de pessoa bem sucedida e quem tem tempo não é sério nem responsável. A maioria das pessoas comentam: "não tenho tempo para nada!". É interessante pois fazemos tanto e realizamos tão pouco! E foi pensando nisso que eu passei o meu feriado sem fazer nada, de "pernas para o ar"! E com muito espanto, algumas pessoas me olharam, na semana seguinte, quando ao me questionarem o que eu tinha feito no feriado eu respondi: "nada!". Apenas descansei oferecendo para meu corpo e mente uma verdadeira pausa. Percebi que tive a deliciosa oportunidade de olhar para mim mesma, sair do barulho de fora, para investir no meu silêncio e paz internos. E deixo aqui uma sugestão para o seu próximo dia de folga: "não faça absolutamente nada!" Livre-se da culpa e da ansiedade e se dê ao luxo de olhar para o céu, para as estrelas, para a copa das árvores e principalmente de olhar para você mesmo. E como já dizia um velho ditado chinês: "nada fazendo, a primavera vem e a grama cresce por si!"

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Vamos praticar a aceitação?

Algumas situações requerem análise clara, mas apenas a análise não finaliza o assunto. A mente fica repetindo os eventos e ficamos tentando manter nossa objetividade. Mas a aceitação pode clarear os sentimentos subjetivos e nos permitir seguir com nossa vida. Aceitação não significa negar ou reprimir, mas é uma profunda sabedoria em perceber que nada mais pode ser feito em determinadas situações. Tudo o que podemos fazer é aprender com a experiência e seguir o caminho.
Segundo Deepak Chopra em seu livro "As sete leis espirituais do sucesso" você pode praticar a aceitação, dizendo a si mesmo "Hoje aceitarei pessoas, situações, circunstâncias, fatos como eles se manifestarem. Minha aceitação será total e completa; verei as coisas como são no momento em que ocorrerem e não como eu gostaria que fossem".
Passei esta afirmação para uma ficha que deixo ao lado da cama, antes de dormir, para ler ao me levantar pela manhã. Tenho observado que estou muito mais tranquila e serena com aspectos da minha vida que por mais que eu tentasse não conseguia mudar. Recomendo este exercício para todos aqueles que desejam praticar a aceitação.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Para pensar...

Tudo o que nos irrita em outras pessoas pode nos conduzir à compreensão de nós mesmos.
Carl Jung

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Felicidade e autoestima



Atualmente estou lendo a obra do psicoterapeuta italiano Giulio Cesare Giacobbe. Seus livros são simplesmente deliciosos!! Ele é também professor de psicologia na Universidade de Gênova e autor dos seguintes best sellers Come smettere di farsi le seghe mentali e godersi la vida, Alla ricerca delle coccole perdute, Como diventare un buddhain cinque settimane. Segue um maravilhoso texto escrito por ele em que fala sobre a felicidade e autoestima.
Se cada um de nós se dedicasse à solução do problema da sua própria felicidade, seríamos todos felizes. Mas muitos entregam aos outros o problema da própria felicidade e acham que os outros devem resolvê-lo. Porque, por mais incrível que possa parecer, a nossa felicidade não depende dos outros, mas de nós mesmos. Se você está bem consigo mesma, porque tem autoestima e amor próprio, você será feliz em qualquer situação e irá gostar de qualquer coisa. Porque você é a sua melhor amiga e está sempre em sua companhia e então nunca está só. Mas se você não tem autoestima, não se ama e sempre precisa de alguém ou de qualquer coisa fora de si que lhe dê aquela força, aquele amor e, consequentemente, aquela segurança que você própria não desenvolveu, então não somente ficará sempre à procura de alguém ou de alguma coisa que lhe dê tudo isso, como será sempre infeliz, pois jamais encontrará esse alguém ou alguma coisa. Nada e ninguém poderá dar a você aquela estima e aquele amor próprio se você mesma não os tem. Porque a estima e o amor próprio são seus sentimentos. Sentimentos que você tem dentro de você mesma. E que ninguém pode lhe dar. Os outros podem lhe dar uma ajuda inicial. Podem acionar o motor de arranque para dar partida ao motor. Mas é você quem pisa no acelerador e aumenta o giro do motor. É você quem engata as marchas. É você quem imprime velocidade e guia o automóvel de sua personalidade na estrada da vida. É você quem constrói a sua autoestima e seu amor próprio dentro de você mesma. Mas você também pode dar partida no seu motor de arranque. Acumulando vitórias. As vitórias não são os grandes sucessos. Não são a linha de chegada dos vencedores. Não são a coroa de louro, nem o aplauso do público. Não são o degrau mais alto do pódio. São as vitórias que você consegue diariamente contra a solidão, a pobreza, a fome, o cansaço, as derrotas, as desilusões, as injúrias, o desprezo, o sofrimento. São a sua resistência contra as dificuldades. São a sua coragem de enfrentá-las.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Vamos praticar compaixão?



A palavra compaixão vem do grego compathos, que significa "sentir com". A compaixão pode ser considerada como um sentimento que permite respeitar as outras pessoas como gostaríamos de ser respeitados além de despertar um delicioso estado de paz em nossa mente.

A compaixão pode ser praticada. Harry Palmer, escritor e pesquisador canadense, sugere o seguinte exercício:

Em silêncio, mentalize um familiar, amigo ou desconhecido e repita para si mesmo:

1- Exatamente como eu, esta pessoa está procurando a felicidade na sua vida.

2- Exatamente como eu, esta pessoa está tentando evitar o sofrimento na sua vida.

3- Exatamente como eu, esta pessoa já conheceu a tristeza, a solidão e o desespero .

4- Exatamente como eu, esta pessoa está buscando dar conta de suas necessidades.

5- Exatamente como eu, esta pessoa está aprendendo, a cada dia, a viver.