sábado, 29 de agosto de 2015

Um caderno para anotar sonhos



Compre um caderno bem bonito para anotar sonhos. Não necessariamente os noturnos, mas os desejos da vida. Quando escrevemos no papel nossas vontades e nossos anseios, damos um primeiro passo em direção a eles. Por exemplo: o sonho é comprar um apartamento? Use-o para anotar os imóveis que já viu, com suas considerações.

Sobre mandalas





O termo mandala é sânscrito, de origem hindu, e quer dizer "círculo mágico". Constituídas de desenhos geométricos que se inscrevem, elas representam o espaço sagrado e a relação dinâmina entre o homem e o Cosmo. São figuras extraordinárias, que acomodam nossos pensamentos. A mente é avida por ordem. Ao pousarmos o olhar sobre suas reprentações, é mais fácil meditar.

Imagem: mandala de Cris Ferreira

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Conecte-se com o amor



"Pense em alguém que você goste muito.
Do passado, do presente ou do futuro.
Pode ser um bichinho, um brinquedo, uma pessoa, uma criança, uma situação agradável.
Pense e sinta.
Sinta esse amor, agora, aqui, em você.
Conecte-se com o amor que habita você.
Comece a incluir nessa amorosidade todas as pessoas que estão próximas a você.
Vá expandindo sua capacidade de amar.
Inclua todas as pessoas que você conhece.
Agora inclua as que você não conhece.
Inclua próximas e distantes.
Inclua pessoas que você jamais viu.
Os povos africanos, asiáticos, australianos.
Os povos e tribos de toda a Terra.
Inclua em seu amor todo o planeta, com árvores e insetos. Flores e pássaros. Mares, rios, oceanos.
Inclua a vegetação da Amazonia e da Pantagonia.
Inclua o Mar Morto e o Deserto do Saara.
Não deixe o Pequeno Príncipe de fora.
Inclua os Lusíadas, a Odisséia, Kojiki,
Inclua toda a literatura mundial, um pouco de Machado de Assis, Eça de Queiroz, Shakeaspeare, um tanto de Saragosa, uma gota de Jorge Amado, banhado por Herman Hesse e Amon Oz.
Inclua todas as religiões.
Como se não houvesse dentro nem fora.
Imagine, como John Lennon, que o mundo é um só.
O mundo é uno. O mundo, o universo, o pluriverso é um só.
Nós somos unas e unos com o uno.
Perceba.
Isto que digo é a verdade.
E só há esse caminho.
Inúmeras analogias, linguagens étnicas, expressões regionais e temporais para tentar atingir o atemporal, o fluir incessante, incadescente, brilhante, da vida em movimento transformador.
Somos a vida da Terra.
Somos a vida do Universo.
Somos a vida do Multiverso.
E quando nossos pequeninos corações humanos se tornam capazes a ir além deste saquinho de pele que chamamos o eu, nos contatamos com a essência da vida. Que é a anossa própria essência e de tudo que é, assim como é.
Algum nome? Nenhum nome?
Caminhemos.Tornamo-nos o caminho a cada passo.
Que cada passo seja um passo de paz.
Que o novo ano se abra com a abertura dos corações-mentes de todos nós seres humanos.
Abertura para o infinito.
Abertura para a imensidão.
Abertura para a ternura.
Abertura para a sabedoria.
Abertura para a compaixão.
Que todos os seres em todas as esferas e todos os tempos se beneficiem com esse amor imenso que aqui e agora juntas, juntos, nos tornamos. E ao nos tornarmos o amor tudo se torna vida e vida em abundância. Ame e manifeste esse amor agora."

Monja Coen

Imagem: Get Inspired

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Viva a resiliência!




Em seus últimos anos, Sigmund Freud disse as célebres palavras: “Agradeço à vida por nada ter sido fácil para mim.” Ainda que a existência do criador da psicanálise tenha sido repleta de dificuldades, indivíduos como o neuropsiquiatra  francês Boris Cyrulnik – que escapou ainda criança do campo de concentração onde morreu toda a sua família – passaram por circunstâncias muito mais dramáticas. Porém, em vez de causar sua destruição, essas experiências aumentaram sua força e fizeram dele uma pessoa mais sábia. Trata-se de um processo chamado resiliência, que Cyrulnik  comenta em Os patinhos feios: "A resiliência é a arte de navegar pelas correntezas". Um trauma transtornou o ferido e o conduziu numa direção na qual preferia  não ter ido. Pelo fato de ter caído em uma corrente que o arrastou  e o levou até uma cascata de problemas, o resiliente recorrerá  aos recursos internos impregnados em sua memória e deverá  lutar para não se deixar arrastar pelo curso natural dos traumas.  Se a correnteza não nos mata, como diz Nietzsche, acabamos ganhando uma experiência essencial que nos ajudará a salvar a  nós mesmos e às demais pessoas em futuras provações.

do livro - Nietzsche para estressados